quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Vencedores da Promoção

Convite para o show de SKylab e Skygirls nesta quinta-feira no Cinematheque. Aí vão os nomes dos vencedores da promoção: Jorge L.S. Menezes / Rafael Martins. O resultado saiu dos nomes da comunidade e deste blog. Cada um tem direito a um acompanhante. Apresentar identidade.

sábado, 24 de janeiro de 2009

PROMOÇÃO RELÂMPAGO

Pra quem é do Rio de Janeiro ou adjascências e tá a fim de ir de graça ao meu show com minha nova banda - SKYGIRLS - na próxima quinta-feira no Cinemathèque (Rua Voluntários, 53 - Botafogo), responde a pergunta: quantas mulheres têm na "SKYGIRLS"? Dois felizardos serão sorteados entre os que responderem certo - e seus nomes estarão na bilheteria como convidados. Mas atenção: só participem quem realmente for, caso sejam sorteados.
Não esquecer de informar nome completo e email.
O resultado sai na quarta-feira.
Horário do show: 23:00 horas.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

DETETIVE ESPINOSA

"Uma Janela em Copacabana" é o quinto romance de Luis Alfredo Garcia-Roza, que teve uma estréia arrebatadora com "Silêncio na Chuva". Dentro do gênero policial, no qual o antigo professor de psicanálise vem se dedicando, principalmente se levarmos em consideração que o Brasil não tem grande tradição no gênero, é um livro que merece ser louvado. Perde para o livro com o qual estreou porque "Silêncio na Chuva" é mesmo genial e incompreensivelmente ainda não levado às telas. Mas "Uma Janela em Copacabana" é original porque aponta numa direção à qual o escritor parece disposto seguir: existe uma lógica mas ela não é fechada. É o próprio Detetive Espinosa que afirma: "esta estória é em grande parte feita de suposições; uma pequena parte é fruto de dedução, mas não disponho de provas quanto ao ponto de partida dessas deduções; tem ainda uma boa parte que é feita de fantasia com a qual preenchi as lacunas, talvez a maior parte".
Esse não fechamento, lacunas que, segundo o próprio detetive, são preenchidas com imaginação e não com os fatos, o que faz com que sua certeza seja sempre subjetiva, afirma a idéia de ficção ao invés da idéia de verdade. Além disso, existe ainda um ponto sombrio na estória, que fica em suspenso como não solucionado: a morte de Serena não teve testemunha (suicídio ou assassinato?). Se optarmos por suicídio, e se pusermos em dúvida sua sanidade mental, então até sua versão de que Rosita foi assassinada pode ser colocada em dúvida, o que abriria uma nova perspectiva à estória. Ou seja, por mais que o detetive privilegie uma outra lógica por baixo daquela à qual Celeste se aferra e vence, o romance aponta fatos que estariam sujeitos a múltiplas interpretações, afirmando assim um desejo de ficção. A morte de Serena provoca a assimetria na estória: são três policiais assassinados (Nestor, Silveira, Ramos); são suas respectivas companheiras assassinadas com excessão de Celeste que é substituída por Rosita; são três mulheres na vida do detetive Espinosa (Irene, Serena e Celeste); são três detetives compondo a equipe de Espinosa na investigação dos crimes... e quando tudo indica essa rígida simetria do romance, aparece uma quarta morte, a de Serena, em circunstâncias não esclarecidas. Esse é o parafuso frouxo que provoca assimetria e introduz a "obra em aberto" no gênero policial.

domingo, 18 de janeiro de 2009

OU É OU NÃO É

Não vai não. Espera mais um pouquinho. Tenho me sentido tão só, você nem imagina. Estava pintando a unha quando você me apareceu do nada. Qual seu nome? Hum. Posso te pedir uma coisa? Tira a camisa? Me abraça. Assim. Me deixa ficar recostada em você, com o rosto no seu peito. Hum. Aposto que sua mulher tem ciúmes. Ela é bonita? Estou agora sozinho, terminei uma relação de mais de dois anos. Ele era segurança. Nos conhecemos no ônibus. Percebeu que era menina e deu o telefone. Foi assim que tudo começou, mas era casado. Não me faz relembrar, foi doloroso. Custei a reencontrar o equilíbrio perdido. E agora você me aparece na mesma condição. É a minha sina: me apaixonar por homens errados.

Me aperta. Estou sentindo seu cheiro. Adoro ficar assim: embriagada, embevecida. Minha vida é um fracasso: todos os sonhos irrealizados. Você gostou de mim? Faz tempo que eu não saio: tenho andado muito deprimida. Meus pais nem desconfiam, morreriam de desgosto. Faço Faculdade de Direito, estou no último período. Sente a minha pele. Macia, né? Fala mais.

Me responde uma coisa: você sairia comigo? A gente poderia se encontrar num motel ou num shopping, se preferir. Você tem carro? Me aperta, me beija. Adoro beijar. Tinha uma colega que beijava o namorado em lugares públicos, beijos longos, beijos obscenos. Quero beijar assim. Me prende em seu colo e me faz sua. Você não percebe o quanto estou envolvida?

Acende a luz, tá escuro. Mostra. Hum. Grande. Nossa, tadinho de mim. Tenho piruzinho de neném. Me aperta, amor. Gostei tanto de você. Fui com a tua cara, me simpatizei. Essas coisas não se explicam, ora. Ou é ou não é.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

DE MODO GERAL

Esse é o estranho título do novo projeto do Paulo Scott (escritor gaucho que escreveu entre outros livros, "Ainda Orangotangos"). Ele e mais uma turma da pesada - Rodrigo Penna, Flu, João Paulo Cuenca, Arthur Dapieve e Allan Sieber - vão estar todas as quartas-feiras deste mês no Cinemathèque, aqui no Rio, apresentando o DE MODO GERAL. E o que rola é entrevista, performance, show e festa. Nada mau. Para o primeiro evento, eu fui convidado. Estarei sendo entrevistado por essas feras. Na performance, Fausto Fawcett e Márcio André. No show, Banda Leme. E na festa o DJ Maurício Gouveia da Baratos da Ribeiro. Que tal? A partir das 20:30 horas. E preço R$ 20,00 e R$ 15,00 lista amiga. IMPERDÍVEL.

SKYGIRLS-FLYER-DESCONTO


SKYGIRLS


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O SOM DA SKYGIRLS

A estréia da SKYGIRLS será nos dias 29/01 (quinta-feira) e 06/02 (sexta-feira) no Cinemathèque, Rio (RJ). Deve rolar São Paulo também, mas por enquanto não temos ainda a data. Por este endereço, http://www.rota66.com.br/skylab/news/skygirl_mail.htm você vê a foto oficial da banda (é desfocada mesmo), o release e o MP3. Como ainda não rolou estúdio, o registro do som foi a gravação de um ensaio. A música chama-se "VAZIO BOM". Me diga o que vocês acharam. Ainda estou contaminado pelo clima retrô de Paris. Quanto mais decadente, melhor.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Eu, Solange e Camilo

Será que existe mulher mais adorada do que esta?
O marido à esquerda, o filho à direita.
E o Jardim de Luxemburgo coberto de neve.
Há mais de dez anos não nevava assim em Paris.