quarta-feira, 29 de abril de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

SKYGIRLS - GRAVAÇÃO


Na foto, Vânius Marques, o responsável pela gravação e mixagem da maioria de meus discos. Ao seu lado, Eliza Schinner, baixista das SKYGIRLS. Esse meu novo projeto já tem data marcada para lançamento em disco: agosto. Vai sair um pouco antes de meu DVD. As SKYGIRLS estrearam com dois shows no Rio, no Cinemathèque. Em seguida, gravamos o disco na Cia dos Tecnicos. A música que rolou na internet (Vazio Bom) foi retirada de um ensaio, ou seja, é tosca e bem diferente do que vai acontecer no disco. Já andei ouvindo e fiquei bem impressionado. Mas isso quem vai dizer é vocês. A notícia boa é que o disco vai ser liberado pra download e vai sair pelo selo PSICOTROPICODELIA (a tiragem física deverá ser bem pequena). Quem viver, verá.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O SONETO SUGERIDO POR MACHADO DE ASSIS

Em Dom Casmurro, Machado sugere um soneto que começasse com a frase
Oh! Flor do céu! Oh! Flor cândida e pura
E terminasse com
Perde-se a vida, ganha-se a batalha.
Desde que ele escrevera o livro até hoje, muito tempo passou, muitos estilos literários vieram à tona e desapareceram. Um poeta parnasiano escreveria esse soneto de uma forma completamente diferente de um poeta modernista; esse, por sua vez, o escreveria também completamente diferente da forma de um poeta da geração de 45;
um concretista (se é que podemos imaginar um poeta concreto escrevendo soneto) escreveria diferente de um pós-concretista. E por aí vai. Esse soneto sugerido por Machado tomaria então várias formas segundo o estilo de quem se propusesse a desenvolvê-lo. Eu tomei a iniciativa de escrevê-lo segundo minhas perspectivas, as quais têm um pouquinho de cada estilo citado. Afinal de contas, vivemos hoje o pós-vanguardismo. Aí vai:

Oh! Flor do céu! Oh! Flor cândida e pura
às margens de um córrego
cheio de esgoto.
O adubo que te alimenta,

te fez crescer.
Flor do brejo,
onde crianças são desovadas:
é aqui teu habitat.

Floresces em meio às fezes,
epidemias e corpos mutilados.
Tua haste delicada, tuas pétalas,

foram forjadas no inferno.
Será assim teu epitáfio:
Perde-se a vida, ganha-se a batalha.

sábado, 18 de abril de 2009

PAUL MCCARTHY

Como este blog não tem nenhum compromisso com as últimas notícias (pra isso vocês lêem o jornal), eu descobri pela internet uma entrevista com o artista plástico americano, pós- vanguardista, Paul MacCarty. Essa entrevista, que traduzi, é datada de 21 de abril de 2001 e saiu pela revista MAGAZINE do jornal espanhol El País. Acompanhando a entrevista, vocês podem ver esse pequeno filme que ilustra bem o trabalho dele: http://www.youtube.com/watch?v=OIk7F-E2atk&feature=related
Boa Viagem

A obra de Paul McCarthy é cheia de trapaças, subversiva e beira ao absurdo. Seu mundo é nosso mundo: “obsceno, cínico e gracioso”, ele afirma. Na sua obra o ketchup flui com abundância.
A violência é ilusória, comporta-se como se fosse real, gesticulante e seu modo de abordá-la é através de disparatadas representações teatrais, protogonizadas por marionetes como Big Robert, uma criatura de grandes mãos. Esses espetáculos deixam uma impressão inesquecível: é como se o artista tivesse descoberto o segredo do grotesco, de algo que resulta mais destrutivo que o sacrifício ou a mutilação real. Nos encontramos com ele no Modern Museum de Nova York, que oferece sua primeira retrospectiva:

- Como define a violência em sua obra?

- Meu trabalho não é uma manifestação violenta. Trata-se de uma violência fictícia, do tipo que pode ser vista nos filmes. Emprego os mesmos truques, por exemplo, as próteses de plástico ou uma mão artificial. Um dos personagens que aparecem em minhas atuações, Big Robert, possui umas mãos enormes. Ao mesmo tempo, eu introduzo minha mão em seu interior para manejá-lo. Golpeio-lhe com um movimento compulsivo e repetitivo que produz um efeito hipnótico, durante o que seus dedos de látex chegam a se romper. Por um momento, o público se assusta. Pode ser que minha mão tenha sido cortada. É quando então surge a dúvida. O público não sabe se ri ou se assusta ante a brutalidade dos golpes. Riem do chiste, da enorme mão de prótese, do sangue artificial. Mas ao mesmo tempo há um elemento brutal e incomoda a eles próprios o fato de acharem graça. Meu trabalho consiste numa espécie de brutalidade virtual, fictícia.

- Seu trabalho também evoca a violência social.

- Sim. Muitas de minhas obras tratam da violência familiar, o abuso, a opressão e a dominação. A mais fecunda é a relacionada com as crianças. Não ilustro literalmente esses temas no meu trabalho, mas são assuntos que se evocam de um modo indireto, utilizando o corpo como objeto. Em fins dos anos 70, estava mais interessado no específico. Minhas performances se orientavam para a realidade; depois me interessei pela confusão entre realidade e ficção. Compreendi que a necessidade de gerar violência, a necessidade da violência física não corresponde a uma realização específica. E fui me interessando cada vez mais em representá-la. Essa é a razão do uso do ketchup. Utilizo ele como se fosse sangue e como símbolo de nossa sociedade de consumo. Também emprego sangue de verdade. O mais interessante foi dar-me conta de que o sangue podia ser real ou artificial de maneira simultânea e o efeito era o mesmo.

- Um corpo maltratado, odiado, é às vezes seu tema central.

- Utilizo o corpo como um receptáculo dos temores, da obsessão e do conflito que se gera em nossa sociedade, ainda que nem sempre possua o controle total durante uma performance. Os elementos podem interagir entre si e permitir que aflorem ou não diferentes emoções. A única coisa que faço é estabelecer a situação, depois permito que suceda o inesperado, aquele fenômeno físico ou mental que provoca uma reação no corpo mesmo.

- Você se considera uma espécie de salvador graças a seu trabalho?

- Não, nunca pensei que meu trabalho possa curar alguém ou algo: nem a mim mesmo, nem à humanidade, nem à nossa sociedade. Talvez se trate de uma denúncia, mas desconheço até que ponto minha arte afeta o público. Não sei o que se ganha ou o que se perde com esse meu trabalho.

- Você emprega diferentes técnicas e grande variedade de materiais. Deseja criar uma confusão de gêneros?

- Os desenhos e esculturas sempre guardam relação com a performance. Cada suporte, cada material, está entrelaçado com outro. Normalmente, o mundo da arte aparece compartimentado. De um lado estão os pintores e do outro os escultores. Eu rompo esses compartimentos. Também utilizo os objetos, os brinquedos, a publicidade, os produtos de televisão e os subverto. Sempre existe uma crítica implícita, outra utilidade que se possa extrair deles. De fato, eu mesmo fabrico os objetos. Os brinquedos e as marionetes nem sempre são completamente industriais. Em todos os elementos intervém a imitação para criticar nossa sociedade, mesclada com minhas obsessões. É uma maneira de reinventar nosso mundo.

- Você intenta ofender e escandalizar deliberadamente o público?

- Não me interessa a simples idéia de escandalizar. Intento criar imagens evocativas. Para que possam existir, o público deve mostrar preocupação. Mas sim, tenho um certo problema com o termo “escandalizar”. Quando planejo algumas de minhas representações, jamais penso que possam escandalizar o público. Há ocasiões em que sucede o contrário. Me escandaliza que outras pessoas se escandalizem. Quando menciono algum tabu, como o arquétipo do padre e o bestialismo no jardim, onde uma figura com as calças arriadas se masturba contra uma árvore, não intento romper o tabu mas ressaltá-lo. Existem distintos níveis de reação em função do indivíduo. A alguns, os ofendem, e, a outros, os fazem refletir. As peças não funcionam da mesma maneira, ainda que eu esteja menos interessado em pessoas que possam se sentir escandalizadas e mais naquelas que estejam dispostas a pensar.

- Seu trabalho que é muito independente e sempre resulta rebelde, tem se convertido em um instrumento de intercâmbio e possui um valor de mercado. Como se vive com semelhante paradoxo?

- Para mim supõe um certo dilema. Meu trabalho questiona o abuso de poder, que frequentemente tem uma conexão com o dinheiro. No entanto, minhas obras circulam entre os ricos e as instituições dominadas por eles. Irônico. Comparado com uma produção cinematográfica, minha arte não custa tanto. Se me sinto à vontade vendendo minhas criações a milionários? Isso depende de seus objetivos, do que fazem com seu dinheiro e a maneira como o obtém. O tema não é novo. Os artistas, durante o Renascimento, trabalharam para a Igreja. A situação agora resulta muito ambígua, ainda que espere que a tecnologia seja capaz de liberar a comunicação quase totalmente. Para a arte, a Internet é uma plataforma global que lhe outorga mais poder.




quarta-feira, 15 de abril de 2009

NOTÍCIAS DO SKYLAB IX

MAURÍCIO PEREIRA E LOIS LANCASTER PASSANDO O SOM

Como muitas pessoas vêm me perguntando sobre o SKYLAB IX, aí vão algumas notícias:
1- o penúltimo disco da série sairá em formato de DVD e cd (show gravado ao vivo no Centro Cultural São Paulo, ano passado); apenas o cd será mais reduzido em função da duração da mídia.
2- no momento, está em fase de pós-produção (a mixagem já foi concluída mas o vídeo ainda não; a produtora responsável é a Sentimental Filmes, a mesma que produziu o clipe Eu tô Sempre Dopado, dirigido por Amílcar Oliveira);
3- o show de lançamento do DVD está programado para acontecer em setembro ou outubro deste ano; a princípio, serão dois shows - um em São Paulo e outro no Rio (os locais ainda não foram definidos);
4- tive o prazer de receber três convidados muito queridos no DVD: Marcelo Birck, Maurício Pereira (Os Mulheres Negras) e Lois Lancaster (Zumbi do Mato); aliás, no blog, eu comento seus discos mais representativos, é só checar;
5- são mais de duas horas de gravação e trinta músicas; de início, pensei cortar alguma coisa, mas depois desisti.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A ESTRANHA LÓGICA DO GRANDE ENRABADO

Um anti-operário
na rede do texto

enredado
e se deixando enredar

alheio às editoras e ao tempo

enrabado
e se deixando enrabar


Assim, o enrabado
multiplicava os efeitos
e desconhecia as causas

Ao invés de acusar

o enrabado
se deixava enrabar

e queria ficar assim

enrabado e sem pregas
tragando tudo

um buraco negro
uma boca aberta


O enrabado causava transtornos
confusão e mal-estar

Afinal quem era enrabado?
Eu, vocês ou ele?

E quanto mais o enrabavam
mais se sentiam enrabados por ele

domingo, 5 de abril de 2009

MENORME - ZUMBI DO MATO


Na época que o Ballroom existia o mundo era melhor. Querem uma prova? O dia em que o Zumbi do Mato abriu para o Funk Fuckers. Bem, façamos um parênteses. Descontem por favor os elogios excessivos que eu vier a cometer em relação a banda carioca “Zumbi do Mato”. É que pra mim, na minha modesta opinião, foi e continua sendo a banda mais importante da música popular brasileira. Nessa noite do Ballroom, a atração principal era B. Negão e sua banda – Funk Fuckers. Mas ao final de tudo, voltando pra casa, era o que eu já sabia ou pressentia: Funk Fuckers, uma merda; Zumbi do Mato, genial.
Nessa ocasião, eu ainda não tinha o MENORME. Mas antes da banda adentrar o palco, já se tinha uma pequena mostra: a FAIXA 28 do disco (o nome da música é esse mesmo) era tocada para a surpresa de muitos que não a conheciam – essa música tem mais de 15 minutos de duração e é uma patética aula de ciências com a qual o disco chega ao seu fim.
Eu já tive a ocasião de expressar, aqui mesmo no blog, o choque que levei ao ouvir pela primeira vez CLARA CROCODILO. Achava mesmo que depois daquela experiência do Arrigo, nada mais poderia me surpreender na música brasileira. E de fato essa sensação perdurou por muito tempo. Foi Arrigo quem me fez achar o “Rock Brasil” um fenômeno de retardados. Até que do submundo apareceu primeiramente em fita cassete, depois em cd, o MENORME.
É uma experiência barroca. Fala-se de tudo. O disco, enquanto disco mesmo, tem vida própria, não é apenas uma mídia ou um suporte. E nisso MENORME repete CLARA CROCODILO. Assim como o monstro de Arrigo poderá ser encontrado num sebo aonde se mantinha aprisionado – esse monstro é o próprio disco que estamos a ouvir -, em MENORME, o genial Lois retorna ao final de uma música e fala diretamente ao ouvinte: “se vocês pensam que nós fomos embora, nós enganamos vocês” em TIROTEIO DO ESQUELETO SEM CABEÇA - nesse momento o disco deixa de ser apenas um suporte.
Malgrado a falta de técnica, técnica essa que vai estar presente em Clara Crocodilo, MENORME vai suprir tal ausência com um outro tipo de abundância. Vai haver uma explosão de signos que nos remetem ao barroco: músicas longas, curtas, vinhetas, gravações de telefone, imitações, impressionante variação da voz de faixa pra faixa, reguea, samba, rock, folclore, efeitos de toda espécie, ruídos, filósofos, políticos, cantores de televisão, programas de televisão, coluna social, artigos de jornal, sintetizador, jogos de palavra , política e sacanagem. Não foi à toa a sensação que tive ao ouvir o disco todo, após várias tentativas frustradas: era e é o disco mais longo da música popular brasileira.
Esse excesso é singular. Ao invés da metáfora, a metonímia – idéias que não se superpõem como na metáfora, mas que estão relacionadas por contigüidade. E isso leva ao barroco em seu horror ao vazio. Nunca vi um trabalho que cobrisse uma extensão tão grande de personagens públicos. As frases lapidares, outra característica da banda, funcionam como enigmas advindas desse mesmo fundo metonímico: “você só está por cima porque merda não afunda” ( O Alien que Veio do Espaço); “vou fazer uma torrada pra te comer na porrada” (Quero ser seu PH); “a menstruação é um problema hidráulico” (Alomodovadia Almodovarius); “Gerald Thomas é totalmente necessário num país onde há mulheres como a mãe do Romário” (Assambarcado); “eu sou uma barca que vai pra onde Nietzsche é herói” (Assambarcado); “segura na mão de Steve e vai” (Ah bem suado guitarrista). Todas elas, frases que, pelo seu teor de estranhamento, provocam o humor ( ao contrário do que Freud estabelecia; para ele, o humor era conseqüência do reconhecimento, do familiar).
Os jogos de linguagem perpassam também todo o trabalho do Zumbi: “se você de flato vai morrer” (Assambarcado); "Travestibular" e seu neologismo; "comicoteu" (Pagando Mico).
E por fim a paródia, o que estabelece todo o processo de metalinguagem do Zumbi do Mato: a ironia, a imitação, o deboche, a tripudiação não só em relação a terceiros, mas também em relação a si mesmo (vide a música “Zumbi do Mato”: “tem dez imbecis no mundo e eu sou todos eles”). Esse processo é tão crítico que descaracteriza toda tentativa de naturalizar a linguagem.
Querer açambarcar o mundo para esvaziá-lo. O mesmo método barroco de preencher o vazio mas agora para torná-lo mais evidente: neo-barroco. Desconfia-se da high society (AI 5), do discurso científico (FAIXA 28), do rock Brasil (vinheta), dos políticos e dos eleitores (Açambarcado) , do lirismo (Montains Across the Sky) e sobretudo de si mesmo ("Zumbi do Mato"). E a consequencia é o esvaziamento do narrador e sua brutal revelação enquanto um ser vazio e constituído pela linguagem.
Zumbi do Mato é um fenômeno da cultura. É o taradinho do Marcelo Mirisola, pra quem, tudo é sacanagem. O monstro produzido pela indústria cultural. Se Adorno estivesse vivo, certamente o estudaria.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

CHRISTIAN CASELLI


Não sei se vocês já repararam, mas este blog é mais importante que as minhas músicas, que os meus poemas... este blog é a minha obra em construção. Abri mão de escrever livros porque este blog é os livros que não escrevi. Quero parabenizar a galera do festival do filme livre ( a partir de 07/04 no CCBB aqui do Rio) e vou apresentar a vocês um curta de um cara que eu curto: Christian Caselli. Esse é o cara. Não sei quantas vezes já conversamos em fazer um trabalho juntos... um dia rola. Christian, minha nega: beijocas.
Com vocês, O PARADOXO DA ESPERA DO ÔNIBUS.

http://www.youtube.com/watch?v=Ibow_K7fqF0

quarta-feira, 1 de abril de 2009

VIRADA CULTURAL - SÃO PAULO

A quinta edição da Virada Cultural vai acontecer nos dias 02 e 03 de maio na cidade de São Paulo. Eu não me canso de dizer que esse evento promovido pela prefeitura de São Paulo deveria servir de modelo para as outras prefeituras. A idéia é maravilhosa: 24 horas ininterruptas de eventos culturais espalhados por vários palcos. Estive presente na terceira edição e foi inesquecível. Em plena Barão de Itapetininga, cantando pra uma multidão de pessoas "Eu Fico Nervoso", "Moto-Serra", "Música para Paralítico", e por aí vai.
São Paulo é muito importante na minha carreira. Eu diria até que São Paulo não permitiu que eu jogasse a toalha antes do tempo.
Para esta edição fui convidado a fazer uma Virada especial. O convite partiu do Centro Cultural da Juventude. A Karen Cunha, da Difusão Cultural do CCJ, me passou o release e eu transcrevo a seguir:

Virada Cultural Lado B

O Centro Cultural da Juventude realiza mais uma edição de Virada Cultural LADO B, assim batizada em alusão aos discos de vinil que traziam na segunda parte as gravações consideradas mais alternativas.
A programação conta com a presença do lendário Zé do Caixão interpretando uma seleção de contos aterrorizantes e liderando um verdadeiro cortejo à praça do cemitério da Cachoeirinha para a terceira edição do projeto Cinetério (sessão de cinema ao ar livre em frente ao cemitério de Vila Nova Cachoeirinha), que desta vez traz o lendário filme O Massacre da Serra Elétrica com interferências macabras do músico Rogério Skylab . Logo após a sessão, o performático artista realizará uma apresentação inesquecível.

23h – Contos de terror com Zé do Caixão
Zé do Caixão apresenta os mais tenebrosos contos de terror de todos os tempos numa performance aterrorizante que começa no teatro de arena do Centro Cultural da Juventude e termina no cemitério de Vila Nova Cachoeirinha onde teremos a terceira edição do Cinetério.

0h- Cinetério
Exibição ao ar livre do filme O Massacre da Serra Elétrica (de 1974) em frente ao cemitério de Vila Nova Cachoeirinha, ao lado do CCJ.
A trilha sonora fica por conta do performático Rogério Skylab que logo após a exibição realiza um grande show cantando clássicos como: Motossera, Funérea e Matador de Passarinho.
Quem viver, verá.

Centro Cultural da Juventude
Avenida Deputado Emilio Carlos, 3641
Próximo ao terminal de ônibus da Vila Nova Cachoeirinha
Info: 3984-2466
Todas as atividades são gratuitas
Linhas especiais de ônibus circularão durante a madrugada.



Dicas de como chegar ao CCJ:

Largo do Paissandu / Centro
9563 Pedra Branca (35 min)
9501 Terminal Cachoeirinha (30 min)
Táxi Executivo Pedra Branca (20 min)

Metrô Barra Funda
117Y Cohab Jd. Antártica (20 min)
978l Terminal V. N. Cachoeirinha (30 min)

Pinheiros / Teodoro Sampaio
117x Cohab Jd. Antártica (40 min)

De Carro
Marginal Tietê / Ponte da Fraguesia do Ó / Av. Inajar de Souza / Av. Deputado Emílio Carlos